Só querer cuidar, te proteger,
Esquecer, lembrar, te amando.
Se esconder, brigar sem perceber
Depois, chorar, te amando.
Nosso sol às 3 da manhã
Pro dia deitar sonhando.
Só querer cuidar, te proteger,
Esquecer, lembrar, te amando.
Nosso sol às 3 da manhã
Pro dia passar sonhando, sonhando, sonhando...
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Amor e Dor
Quando amor e dor se misturam.. não se consegue mais distingue as cores do arco-íres, tudo é vermelho, tudo é forte, tudo fica escuro. Quando amor e dor se entregam nada no mundo mais importa, além do que talvez não fosse pra ser tão importante... Quando a dor é maior que o amor senti-se a dor da morte quando se perde... A do da perda quando se menti... A dor da dor quando não existe mais nem motivos pra tanta dor. Quando se vive de amor e dor se vive de migalhas... é como um mendigo que espera que alguém tenha a bondade de oferecer um alimento, um mendigo que sempre dorme com frio e com muito medo. Quando amor e dor se separam... A vida se faz mais forte, já se pode distinguir o sul do norte, a dor se debate muito, sempre tenta voltar... Mas morre. E o amor volta a procurar uma nova companhia, dessa vez fez escolha melhor, hoje vive bem com alegria.
Amordificou
Eu te amo, eu te amei e sei que pra sempre vou te amar.
Eu te amo, eu te amei e sei que pra sempre eu vou...
Eu te amo, eu te amei e sei que pra sempre...
Eu te amo, eu te amei e sei que...
Eu te amo, eu te amei e sei!
Eu te amo, eu te amei.
Eu te amo, eu te...
Eu te amo, eu.
Eu te amo.
Eu te...
Eu.
E?
Eu te amo, eu te amei e sei que pra sempre eu vou...
Eu te amo, eu te amei e sei que pra sempre...
Eu te amo, eu te amei e sei que...
Eu te amo, eu te amei e sei!
Eu te amo, eu te amei.
Eu te amo, eu te...
Eu te amo, eu.
Eu te amo.
Eu te...
Eu.
E?
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Avesso - Jorge Vercilo
Nós já temos encontro marcado
Eu só não sei quando
Se daqui a dois dias
Se daqui a mil anos
Com dois canos pra min apontados
Ousaria te olhar, ousaria te ver
Num insuspeitavel bar, pra decência não nos ver
Perigoso é te amar, doloroso querer
Somos homens pra saber o que é melhor pra nós
O desejo a nos punir, só porque somos iguais
A Idade Média é aqui
Mesmo que me arranquem o sexo, minha honra, meu
prazer te amar eu ousaria!
E você, o que fará se esse orgulho nos perder?
No clarão do luar, espero
Cá nos braços do mar me entrego
Quanto tempo levar, quero saber se você
É tão forte que nem lá no fundo irá desejar
O que eu sinto, meu Deus, é tão forte!
Até pode matar
O teu pai já me jurou de morte
por eu te desviar
Se os boatos criarem raízes
Ousarias me olhar, ousarias me ver
Dois meninos num vagão e o mistério do prazer
Perigoso é me amar, obscuro querer
Somos grandes para entender, mas pequenos para opinar
Se eles vão nos receber é mais fácil condenar
ou noivados pra fingir
Mesmo que chegue o momento que eu não esteja mais
aqui e meus ossos virem adubo
Você pode me encontrar no avesso de uma dor
No clarão do luar, espero
Cá nos braços do mar me entrego
Quanto tempo levar, quero saber se você
É tão forte que nem lá no fundo irá desejar.
Eu só não sei quando
Se daqui a dois dias
Se daqui a mil anos
Com dois canos pra min apontados
Ousaria te olhar, ousaria te ver
Num insuspeitavel bar, pra decência não nos ver
Perigoso é te amar, doloroso querer
Somos homens pra saber o que é melhor pra nós
O desejo a nos punir, só porque somos iguais
A Idade Média é aqui
Mesmo que me arranquem o sexo, minha honra, meu
prazer te amar eu ousaria!
E você, o que fará se esse orgulho nos perder?
No clarão do luar, espero
Cá nos braços do mar me entrego
Quanto tempo levar, quero saber se você
É tão forte que nem lá no fundo irá desejar
O que eu sinto, meu Deus, é tão forte!
Até pode matar
O teu pai já me jurou de morte
por eu te desviar
Se os boatos criarem raízes
Ousarias me olhar, ousarias me ver
Dois meninos num vagão e o mistério do prazer
Perigoso é me amar, obscuro querer
Somos grandes para entender, mas pequenos para opinar
Se eles vão nos receber é mais fácil condenar
ou noivados pra fingir
Mesmo que chegue o momento que eu não esteja mais
aqui e meus ossos virem adubo
Você pode me encontrar no avesso de uma dor
No clarão do luar, espero
Cá nos braços do mar me entrego
Quanto tempo levar, quero saber se você
É tão forte que nem lá no fundo irá desejar.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Quem Dera
Quem dera todo frio da madrugada ter seu coberto,
Quem dera pra toda fome um alimento a mão.
Quem dera que as poesias de amor não fossem todas em vão.
Não é malvado teu bem querer, entenda que ele ainda não pode compreender.
Não há escolas que ensinem a um homem saber tratar os sentimentos,
Não é assim do dia pra noite, tudo tem seu tempo.
Impossível colher flores de um jardim num telhado de cimento.
Quem dera pra toda fome um alimento a mão.
Quem dera que as poesias de amor não fossem todas em vão.
Não é malvado teu bem querer, entenda que ele ainda não pode compreender.
Não há escolas que ensinem a um homem saber tratar os sentimentos,
Não é assim do dia pra noite, tudo tem seu tempo.
Impossível colher flores de um jardim num telhado de cimento.
Aquela
Sabe aquela, quem dera fosse ela, fosse ela mesmo o meu amor.
Sobe aquela, e desce, trabalha e estuda e vai passear,
E nem sonha que é só por ela que eu vivo a sonhar.
Me conta o seu dia, me enciúma, me provoca da melhor e pior maneira.
Sigo no seu jogo, quem joga? Quem vive? Quem prega peças é o coração!
Sei daquela, que aqui está, e está tão longe,
Sinto tão perto que mal posso respirar, vejo tão longe, linha do horizonte.
Sigo com aquela dentro de mim, seu espaço reservado, mil e um hectares intocados.
Coração aberto, pela vida devastado ainda insiste em preservar sua mata virgem.
Sobe aquela, e desce, trabalha e estuda e vai passear,
E nem sonha que é só por ela que eu vivo a sonhar.
Me conta o seu dia, me enciúma, me provoca da melhor e pior maneira.
Sigo no seu jogo, quem joga? Quem vive? Quem prega peças é o coração!
Sei daquela, que aqui está, e está tão longe,
Sinto tão perto que mal posso respirar, vejo tão longe, linha do horizonte.
Sigo com aquela dentro de mim, seu espaço reservado, mil e um hectares intocados.
Coração aberto, pela vida devastado ainda insiste em preservar sua mata virgem.
domingo, 2 de dezembro de 2007
Meu Eu (Vários)
Vários, vários, vários, e muitos, cada vez mais,
É sempre assim quando noto essa imensidão de você dentro de mim.
Sempre noto, não deixo de pensar como podia ser diferente,
E como tudo que acontece é diferente.
O que estou aqui dizendo? você consegue entender?
Consegue achar ligação? Eu sei que não.
Eu também não quero que você entenda, não quero nem que você leia,
Eu escrevo pra mim, só pra mim, não é pra você.
E esse você, será realmente alguém? Será só uma pessoa?
Pode ser muitas, pode ser só uma, pode não ser ninguém,
Mas é fácil de saber quando eu digo que escrevo só pra mim.
É fácil e se torna difícil, mas só quando eu quero.
Vários, vários, vastos e muitos, nunca poucos, cada vez mais,
É assim quando aceito a imensidão do meu verdadeiro eu dentro de mim.
É sempre assim quando noto essa imensidão de você dentro de mim.
Sempre noto, não deixo de pensar como podia ser diferente,
E como tudo que acontece é diferente.
O que estou aqui dizendo? você consegue entender?
Consegue achar ligação? Eu sei que não.
Eu também não quero que você entenda, não quero nem que você leia,
Eu escrevo pra mim, só pra mim, não é pra você.
E esse você, será realmente alguém? Será só uma pessoa?
Pode ser muitas, pode ser só uma, pode não ser ninguém,
Mas é fácil de saber quando eu digo que escrevo só pra mim.
É fácil e se torna difícil, mas só quando eu quero.
Vários, vários, vastos e muitos, nunca poucos, cada vez mais,
É assim quando aceito a imensidão do meu verdadeiro eu dentro de mim.
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