Não há mais letras
Canções
Alfabeto ou números
Obras de arte.
Apenas por esses milhões de segundos que não passam.
E que mesmo assim vão passar.
E você já não nota,
Eu também não irei notar, vão passar...
Não escreverei mais letras
Mais artes
Canções
Obras inúmeras
Chorarei as lagrimas sorrindo
E todas secarão num rosto quase triste,
Quando eu estiver quase feliz.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Banalidades
Eu sinto sua falta no meu vazio
Quando eu me esqueço do que sentia quando olhava pra ti dentro de mim
Quando bastava pensar no seu sorriso e tudo estaria bem
Porque tudo era sincero como eu sentia
Sincero como eu sonhei que seria um dia
Como eu não pensava que podia te perder
Alguém como você que não encontrarei igual
Que me fez pensar que existia amor
Que me fez esquecer que existia a dor
E o passado era banal
E mesmo agora vejo que nada será igual
Banal é o amor que nasce sem querer ter fim
E agoniza nas azas de uma doçura plena
Pena passageira. (?)
Que vai embora e me leva junto pra o sempre de um modo tão diferente...
Que eu chego a pensar que isso sim é que eu posso chamar de meu
Meu amor um tanto banal... Tão banal quanto essa vida que chamam de real.
Tão real quanto Deus.
Quando eu me esqueço do que sentia quando olhava pra ti dentro de mim
Quando bastava pensar no seu sorriso e tudo estaria bem
Porque tudo era sincero como eu sentia
Sincero como eu sonhei que seria um dia
Como eu não pensava que podia te perder
Alguém como você que não encontrarei igual
Que me fez pensar que existia amor
Que me fez esquecer que existia a dor
E o passado era banal
E mesmo agora vejo que nada será igual
Banal é o amor que nasce sem querer ter fim
E agoniza nas azas de uma doçura plena
Pena passageira. (?)
Que vai embora e me leva junto pra o sempre de um modo tão diferente...
Que eu chego a pensar que isso sim é que eu posso chamar de meu
Meu amor um tanto banal... Tão banal quanto essa vida que chamam de real.
Tão real quanto Deus.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
1a Série
Porque eu te amo ainda
E por isso nesse sempre, sempre serás minha.
O teu sorriso, teu cabelo e os traços do teu rosto que sempre soube ler.
Não quero mais descrever o que sei e já vi
Quero viver o que não vivi o que a paixão deixou em pedaços
E eu chamo de amor porque ainda está aqui...
Chamo de meu porque vive em mim
E persiste em crescer da sua maneira mutante
Mundo a fora mundo à dentro de mim...
Eu te amarei no ainda que tudo mude
Ainda que tudo passe
Ainda que não exista mesmo o tal pra sempre.
E por isso nesse sempre, sempre serás minha.
O teu sorriso, teu cabelo e os traços do teu rosto que sempre soube ler.
Não quero mais descrever o que sei e já vi
Quero viver o que não vivi o que a paixão deixou em pedaços
E eu chamo de amor porque ainda está aqui...
Chamo de meu porque vive em mim
E persiste em crescer da sua maneira mutante
Mundo a fora mundo à dentro de mim...
Eu te amarei no ainda que tudo mude
Ainda que tudo passe
Ainda que não exista mesmo o tal pra sempre.
domingo, 18 de outubro de 2009
Bagunçada
Você não podia ter feito isso
Quebrar meus cristais assim como se fossem copos de vidro
Desarrumar minha casa inteira e espalhar seus lixos
Esconder em baixo dos panos limpos.
Sorrir como se fosse só pra mim e me da as suas mãos... Sujas.
Não mexa nessa bagunça quanto mais você tenta desarruma!
Não sabe mudar nem notou o quão bom poderia ser amar.
Os vidros, cristais macios me cortaram
Os macios cristais, vidros...
Mastigo os vidros,
Vomito cristais...
Macio é o vazio que você não deixou dessa vez.
Quebrar meus cristais assim como se fossem copos de vidro
Desarrumar minha casa inteira e espalhar seus lixos
Esconder em baixo dos panos limpos.
Sorrir como se fosse só pra mim e me da as suas mãos... Sujas.
Não mexa nessa bagunça quanto mais você tenta desarruma!
Não sabe mudar nem notou o quão bom poderia ser amar.
Os vidros, cristais macios me cortaram
Os macios cristais, vidros...
Mastigo os vidros,
Vomito cristais...
Macio é o vazio que você não deixou dessa vez.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Eu nunca sei o que é você
Não sei se é saudade
Se é magoa
Se é a lagrima que não cai
Eu nunca sei o que é você.
A lágrima que corta
A saudade que cai
A mágoa repetida
São as únicas coisas que eu sei
Todas são uma só de uma vez
Quando eu nunca sei o que é você.
Se é magoa
Se é a lagrima que não cai
Eu nunca sei o que é você.
A lágrima que corta
A saudade que cai
A mágoa repetida
São as únicas coisas que eu sei
Todas são uma só de uma vez
Quando eu nunca sei o que é você.
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